Conflitos Conjugais:

Por em 15 maio, 2013 em Psicoterapia de casais | 0 comentários

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Certamente  o aprendizado da conjugalidade demanda dos ingredientes básicos inerentes aos casais: amor, carinho, companheirismo, projetos em comum…, que auxilia e fortalece o casal, permitindo que ultrapasse com maior facilidade as dificuldades. Este contínuo aprendizado que o contato intimo proporciona, de se mostrarem mutuamente como verdadeiramente são, fortalece a cumplicidade do casal e não importa como socialmente o casal se apresente, pois ao terem característica de ‘unidade’ adquirem força para crescerem.


Um dos sintomas mais característicos nos relacionamentos (família, casal, etc.) é a falta de maleabilidade nas regras e a impossibilidade de troca nos papéis: tudo é muito certinho e todos sabem exatamente como se comportar.

As mudanças não são permitidas e os papéis são extremamente definidos não importa o tipo, pode ser brincalhão, irreverente, ranzinza, zangado, atrapalhado, sedutor, etc. Durante a terapia cada um pode se deparar com suas crenças, mitos, verdades e histórias, abrem-se possibilidades para as impossibilidades.


Nas épocas de crise alguns tendem a uma retomada de suas “verdades fundamentais” e nestas estão as idéias imputadas pela sociedade, cultura e família de origem. E, justamente, no confronto do âmbito social/cultural com o familiar que se observa um conjunto de idéias. Tal influência pode ser observada na tendência do sujeito remeter às instâncias superiores (figuras de poder: professor, pai, juiz, padre, médico…) suas responsabilidades e projetos de vida, se esquivando de tomar conta de sua vida. Uma situação que coloca em risco a formação do casal, pois tais tendências tendem a solapar as tentativas de constituição de identidade e autonomia, necessárias à cada um, ao casal e à nova família. 

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