O que é Fobia?

Por em 23 fev, 2010 em Transtornos | 0 comentários

A fobia não é uma doença, mas um sintoma que pode aparecer em várias doenças mentais. Um quadro psicótico, ou depressivo, ou neurótico, podem apresentar, como sintoma, uma fobia. Resumidamente, a fobia é um medo de alguma coisa deslocado para um medo de outra coisa. É uma angústia relativa a uma situação difícil de se lidar. A mente desloca a angústia dessa situação para uma outra que, aparentemente, não tem nada a ver. Por exemplo, tem gente que tem pânico de entrar no elevador. Por quê? Elevador é perigoso? Pode até ser, mas não tem gente morrendo o tempo todo por cair de elevador. O medo de elevador, portanto, não é razoável, não é lógico, não é coerente. Por quê essa pessoa tem esse medo? Não tem nada a ver com o elevador propriamente dito. Têm a ver com o espaço fechado, trancado, e com algum outro medo da história psicológica dessa pessoa, do seu desenvolvimento psíquico,...

Sindrome do pânico: Como um psicólogo pode ajudar?

Por em 22 fev, 2010 em Transtornos | 0 comentários

É um ataque repentino de pânico, ou seja, de repente sente-se algumas alterações no corpo, que causam desconforto e medo de morrer de um ataque cardíaco, derrame ou coisa parecida. Neste momento, a pessoa se desconecta do mundo e passa a perceber somente as reações do seu corpo. Uma vez em pânico ela vai sentir sensações sufocantes como dor no peito, falta de ar, formigamento nas mãos e passa a acreditar que esta tendo um treco, são sensações horríveis e reais. É muito comum a pessoa sair abruptamente do local e procurar ajuda num pronto socorro. O estresse é um dos principais causadores da sindrome do pânico, sendo responsavel por 80% dos crises de panico. As drogas representam outro enorme fator de risco. Desde os “energéticos”, na realidade estimulantes do sistema nervoso, até, evidentemente, as drogas ilícitas. A sindrome do pânico acomete, principalmente, mulheres ( na proporcao...

Viver na terceira idade

Por em 22 fev, 2010 em Gerontologia | 0 comentários

Envelhecer satisfatoriamente depende do equilíbrio entre as limitações e das potencialidades de cada um, que nunca deixam de existir. É necessário desenvolver uma flexibilidade individual e social para uma boa adaptação nessa fase da vida, como em todas as outras. Crescemos ouvindo e acreditando que ao avançar a idade não há muito que fazer. Todo o investimento pessoal já foi feito, principalmente entre a juventude e a fase adulta, e depois só colhemos os frutos deste trabalho. A velhice é vista como uma fase sem saída e sem futuro. A sociedade não vê sentido em cuidar dos problemas existenciais do idoso, pois acreditam que não há mais o que construir. Terapia com idosos é vista como perda de tempo… Além disso, o idoso acredita que por ter vivido uma longa historia de vida, não possa mudar o rumo de sua vida, o modo de pensar ou agir. Mas na realidade, a terapia não tem como...