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	<title>Psico BH - Consultório de Psicologia</title>
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	<description>Agende a sua consulta</description>
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		<title>Honestidades e Satisfação entre os casais;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia de casais]]></category>

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		<description><![CDATA[Refiro-me     aqui muitas vezes à importância da assertividade para a qualidade  das    relações conjugais porque sei, por experiência, que quanto maior  for a    capacidade dos membros do casal para exporem de forma clara e  honesta    aquilo que pensam e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Refiro-me     aqui muitas vezes à importância da assertividade para a qualidade  das    relações conjugais porque sei, por experiência, que quanto maior  for a    capacidade dos membros do casal para exporem de forma clara e  honesta    aquilo que pensam e sentem, maior é a probabilidade de serem  felizes  no   casamento. Porquê? Porque, ao fazê-lo, estão a revelar-se e  a dar    oportunidade ao cônjuge para compreender, aceitar, validar as  suas    opiniões e emoções, mesmo que discordem de algumas escolhas, mas  também    porque essa é a única via para que as suas necessidades  possam ser    preenchidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas     para que sejamos honestos com a pessoa que amamos é preciso que sejamos     honestos connosco. Esta parece uma tarefa fácil, mas não é. Nem todas    as  pessoas são capazes de olhar para si mesmas de forma clara e    objectiva;  nem todas são capazes de, de uma forma consistente,    identificar as suas  reais necessidades e de agir em conformidade com    aquilo em que  acreditam. Enganar-se-ão a si mesmas, dando início ao    comprometimento do  seu bem-estar e ao declínio da qualidade do seu    casamento.</p>
<p style="text-align: justify;">As     pessoas que são mais honestas consigo mesmas são mais felizes no     casamento porque são mais capazes de agir de modo a construir uma     relação emocionalmente íntima, sentindo-se assim mais realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Termos     consciência de quem somos, daquilo de que precisamos, inclusive   daquilo   que o outro pode fazer para que nos sintamos valorizados,   implica que   nos revelemos mais facilmente ao nosso cônjuge, sem   segredos, evitando a   comunicação destrutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Sermos     francos connosco não quer dizer que aceitemos todos os nossos  defeitos  e   muito menos que os imponhamos ao nosso cônjuge. A  percepção das  nossas   limitações é importante para que saibamos o que é  preciso mudar  para  que  a relação conjugal seja mais satisfatória.</p>
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		<title>Terapia para Adultos</title>
		<link>http://www.psicobh.com.br/index.php/psicologia/terapia-para-adultos-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos sempre em transformação; transformação com o mundo, com nossos interesses, com o nosso corpo, com nossos pensamentos. Ao longo da vida nos deparamos com diversas situações que não conseguimos resolver como gostariamos. Há inclusivamente algumas que aparentam não ter solução.Estas situações ocorrem em diversas situações, como o pessoa, profissional e famíliar.

As dificuldades, a falta de informação, a falta de apoio e de opção para lidar com estes problemas provocam varios sintomas muitas como stress, sentimentos depressivos e de angústia, perturbações de ansiedade, entre outros, e que podem conduzir a uma baixa de auto-estima e mesmo a sentimentos de impotência para encontrar uma resposta eficaz.

É nestes momentos que um psicólogo(a) poderá ajudar a encontrar uma forma mais eficaz de lidar com a situação problemática, através da maximização dos recursos pessoais e de novas estratégias a utilizar no futuro.

A psicoterapia no Adulto caracteriza-se por uma intervenção ou tratamento de questões, normalmente psíquicas, que o paciente aponta como sendo problemáticas e causadoras de sofrimento.
Neste sentido, apresenta-se como um espaço contentor e confidencial de partilha e reflexão, realizado a dois, isto é, entre o psicoterapeuta e o paciente, no qual se promove um processo de crescimento e ao mesmo tempo de mudança na vida de determinada pessoa, respeitando a sua história pessoal, ritmos e motivação para a mudança, partindo do ponto de evolução emocional em que se encontra o paciente.

Comece sua psicoterapia, ligue para (31) 3375-3264/ 8456-7380 e marque um horário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estamos                        sempre em transformação; transformação com o   mundo,     com        nossos           interesses, com o nosso corpo,   com  nossos       pensamentos.     Ao  longo  da    vida      nos   deparamos  com  diversas      situações que   não    conseguimos       resolver    como       gostariamos.    Há  inclusivamente     algumas   que  aparentam     não  ter           solução.Estas  situações  ocorrem      em diversas    situações,     como  o    pessoa,       profissional e    famíliar.</p>
<p style="text-align: justify;">As                        dificuldades, a falta de informação, a falta de apoio e     de       opção      para         lidar com estes problemas provocam     varios       sintomas   muitas    como    stress,      sentimentos     depressivos e  de      angústia,    perturbações   de    ansiedade,       entre    outros,  e  que     podem conduzir a    uma baixa  de         auto-estima e mesmo   a          sentimentos de  impotência   para      encontrar  uma    resposta   eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">É                        nestes momentos que um psicólogo(a) poderá ajudar a       encontrar     uma       forma        mais eficaz de lidar com a  situação        problemática,     através     da       maximização  dos  recursos        pessoais e de novas     estratégias a     utilizar no         futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">A                        psicoterapia no Adulto caracteriza-se por uma   intervenção    ou            tratamento        de questões, normalmente   psíquicas,  que  o      paciente        aponta como   sendo        problemáticas e   causadoras  de     sofrimento.<br />
Neste sentido, apresenta-se como um espaço contentor e confidencial de                        partilha e reflexão, realizado a dois, isto é,  entre  o                 psicoterapeuta  e   o   paciente, no qual se  promove  um      processo  de           crescimento e ao  mesmo      tempo de  mudança  na     vida de    determinada         pessoa,  respeitando a   sua       história    pessoal,    ritmos e  motivação    para      a  mudança,   partindo do     ponto     de    evolução   emocional em  que   se        encontra o    paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Comece sua psicoterapia, ligue para (31) 3375-3264/ 8456-7380 e marque                um horário.</p>
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		<title>Terapia de Casal</title>
		<link>http://www.psicobh.com.br/index.php/psicoterapia-de-casais/terapia-de-casal/</link>
		<comments>http://www.psicobh.com.br/index.php/psicoterapia-de-casais/terapia-de-casal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia de casais]]></category>

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		<description><![CDATA[O QUE É TERAPIA DE CASAL?

A terapia de casal ou terapia conjugal é uma psicoterapia em que ambos os parceiros participam, tendo o foco na sua interação e nas dificuldades específicas que eles estão vivendo. Ela pode auxiliar o casal a pôr seu relacionamento de volta aos trilhos, seja no casamento, no namoro ou no noivado.

Na psicoterapia de casais trabalha-se para descobrir onde as coisas estão indo mal e procurar modos de melhorar. Não é uma fórmula mágica que irá “consertar” as coisas, mas um canal para o casal entender melhor suas dificuldades e trabalhar em cima delas.

O psicólogo ajuda os parceiros a identificarem os pontos de conflito dentro da relação e a determinar quais as mudanças desejáveis, sejam no modo de se relacionar, sejam mudanças individuais. Nesse tipo de terapia, há componentes de mediação, componentes educacionais e de psicoterapia individual envolvidos, dependendo das dificuldades específicas enfrentadas. O casal torna-se ciente de pontos de vista e modos de interagir e de se comunicar destrutivos para tentar modificá-los.

O QUE PODE LEVAR O CASAL À UMA CRISE?

Os problemas que levam o casal à terapia podem ser dificuldades de interação, sexuais, emocionais, falta de habilidade para lidar com o estresse. Estão embutidos aí o desequilíbrio de valores sobre sexo, educação dos filhos, papéis sexuais, carreira, dinheiro, cuidados com a casa.

Há diferenças de gênero que às vezes podem levar à desentendimentos, como os estilos diferentes de comunicação dos homens e mulheres.

A falta de tempo e as pressões do trabalho podem afetar o relacionamento. Casais muito ocupados podem acabar negligenciando a relação, se distanciando ou priorizando sempre outras partes de sua vida, levando à mágoas. Outras vezes, sentem-se cansados e esgotados quando chegam em casa e acabam não respondendo às necessidades de seus parceiros. Isso também se acentua quando o casal tem filhos pequenos.

A infidelidade ou traição geralmente leva à uma crise, assim como o estresse que pode advir em fases de transição de vida. Violência doméstica também é um dos motivos para o casal procurar a terapia. Brigas ou discussões constantes, diferenças no grau de comprometimento entre o casal, dificuldades sexuais (como disfunções sexuais como carência de desejo, ansiedade de performance, falta de orgasmo; descompasso de preferências; reflexo de crise na relação, etc), questões sobre prioridade e exclusividade, também são motes possíveis.

As dificuldades tomam a forma de uma crise, onde muitas vezes um ou ambos põem em cheque a continuidade da relação.

NO QUE A TERAPIA DE CASAL PODE AJUADAR?

* melhorar a comunicação
* identificar objetivos comuns
* negociar e equilibrar as diferenças individuais dentro da relação
* aprender a compartilhar responsabilidades dentro do relacionamento
* desenvolver estratégias para manter e fortalecer o compromisso
* acabar com a competição
* entender as necessidades do outro
* superar a infidelidade ou traição
* melhorar a vida sexual
* melhorar a qualidade geral do relacionamento e a satisfação conjugal

Leva-se em conta que os problemas de relacionamento podem envolver ou alimentar problemas individuais. Por exemplo, brigas constantes levam a um estado crônico de irritação ou de ansiedade. Já um parceiro constantemente irritado ou ansioso por questões individuais (pressão no trabalho, por exemplo) fica mais predisposto a discussões na relação.

Certas questões individuais que interferem no namoro, noivado ou casamento, como o ciúmes ou parceiros que foram abusados ou sofreram um trauma, por exemplo, requerem sessões individuais além das sessões conjuntas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O QUE É               TERAPIA DE CASAL?</p>
<p style="text-align: justify;">A                       terapia de casal ou terapia conjugal é uma psicoterapia   em     que       ambos    os        parceiros participam, tendo o foco   na  sua      interação  e    nas        dificuldades    específicas que   eles   estão     vivendo. Ela    pode   auxiliar o       casal a pôr    seu         relacionamento de volta  aos    trilhos,  seja no         casamento,  no      namoro  ou  no  noivado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na                       psicoterapia de casais trabalha-se para descobrir onde   as        coisas       estão        indo mal e procurar modos de   melhorar.   Não é      uma   fórmula     mágica  que    irá      “consertar” as   coisas, mas  um     canal   para o  casal    entender     melhor   suas      dificuldades  e     trabalhar em   cima  delas.</p>
<p style="text-align: justify;">O                       psicólogo ajuda os parceiros a identificarem os pontos  de          conflito             dentro da relação e a determinar quais  as     mudanças       desejáveis,    sejam   no       modo de se  relacionar,     sejam   mudanças     individuais.    Nesse tipo   de        terapia,  há      componentes de     mediação, componentes     educacionais  e  de             psicoterapia     individual envolvidos,   dependendo   das       dificuldades             específicas  enfrentadas. O casal  torna-se       ciente de     pontos de vista     e        modos de interagir e de  se     comunicar     destrutivos   para      tentar       modificá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">O QUE               PODE LEVAR O CASAL À UMA CRISE?</p>
<p style="text-align: justify;">Os                       problemas que levam o casal à terapia podem ser      dificuldades    de               interação, sexuais, emocionais, falta      de habilidade    para   lidar   com  o          estresse. Estão      embutidos aí o    desequilíbrio de    valores   sobre   sexo,             educação dos filhos,    papéis sexuais,    carreira,   dinheiro,        cuidados  com  a      casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Há                       diferenças de gênero que às vezes podem levar à           desentendimentos,      como        os estilos diferentes de  comunicação          dos homens e   mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta                       de tempo e as pressões do trabalho podem afetar o                relacionamento.        Casais muito ocupados podem acabar        negligenciando         a relação, se        distanciando ou   priorizando      sempre outras      partes    de sua vida,  levando à         mágoas.      Outras vezes,  sentem-se      cansados e   esgotados    quando chegam     em        casa e  acabam não      respondendo às     necessidades de   seus      parceiros.    Isso    também se      acentua   quando o   casal  tem   filhos     pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">A                       infidelidade ou traição geralmente leva à uma crise,   assim      como  o               estresse que pode advir em fases de   transição   de    vida.      Violência           doméstica também é um   dos motivos   para o    casal      procurar a  terapia.          Brigas   ou  discussões     constantes,      diferenças no grau de      comprometimento          entre o    casal,      dificuldades sexuais   (como    disfunções  sexuais  como           carência de      desejo,   ansiedade de     performance,  falta de    orgasmo;               descompasso de  preferências;    reflexo  de crise na    relação, etc),         questões        sobre prioridade e        exclusividade, também   são motes        possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">As                       dificuldades tomam a forma de uma crise, onde muitas    vezes    um    ou       ambos        põem em cheque a continuidade da    relação.</p>
<p style="text-align: justify;">NO QUE A               TERAPIA DE CASAL PODE AJUADAR?</p>
<p style="text-align: justify;">*               melhorar a comunicação<br />
* identificar objetivos comuns<br />
* negociar e equilibrar as diferenças individuais dentro da relação<br />
* aprender a compartilhar responsabilidades dentro do relacionamento<br />
* desenvolver estratégias para manter e fortalecer o compromisso<br />
* acabar com a competição<br />
* entender as necessidades do outro<br />
* superar a infidelidade ou traição<br />
* melhorar a vida sexual<br />
* melhorar a qualidade geral do relacionamento e a satisfação conjugal</p>
<p style="text-align: justify;">Leva-se                       em conta que os problemas de relacionamento podem         envolver    ou           alimentar  problemas individuais. Por    exemplo,      brigas     constantes    levam  a      um estado  crônico    de   irritação    ou de     ansiedade. Já um    parceiro          constantemente    irritado   ou  ansioso     por questões    individuais     (pressão  no        trabalho,  por   exemplo)     fica mais       predisposto a   discussões  na     relação.</p>
<p style="text-align: justify;">Certas                       questões individuais que interferem no namoro,    noivado    ou            casamento,      como o ciúmes ou parceiros que    foram    abusados   ou          sofreram um  trauma,   por   exemplo,    requerem    sessões    individuais   além       das sessões   conjuntas.</p>
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		<title>Psicoterapia Infantil</title>
		<link>http://www.psicobh.com.br/index.php/psicoterapia-infantil/psicoterapia-infantil/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[QUANDO BUSCAR AJUDA DE UM PSICÓLOGO PRA MEU FILHO (PSICOLOGIA INFANTIL)?

Muitos adultos têm dúvidas sobre a necessidade de buscar psicoterapia para seu filho ( psicologia infantil ). Embora as crianças manifestem em geral comportamentos que indicam quando algo não está bem, a grande maioria dos pais reluta em procurar ajuda. Os pais tendem a pensar que a criança esta passando apenas por uma fase, que sera superada sozinha. Ou se sentirem culpados, receosos de que a terapia possa apontar que eles têm alguma responsabilidade pelo sofrimento de seus filhos. Realmente não é fácil julgar o momento apropriado para levar uma criança à psicoterapia. Muitos adolescentes iniciam um acompanhamento com psicologo por vontade própria. E algumas crianças podem pedir ocasionalmente para ver alguém. No entanto, é a escola que costuma ser a primeira a notar mudanças de comportamento e solicitar um encaminhamento para psicologio infantil. Os primeiros sinais de problemas incluem a hiperatividade, a dificuldade de concentração, a agressividade, o comportamento inadequado, a dificuldade em brincar com outras crianças e ansiedade da separação e social. Estes comportamentos podem comprometer o desempenho escolar da criança e sua vida familiar. Certamente, nem todos os conflitos da criança merecem acompanhamento da psicologia infanti , mas se seu filho parece precisar de ajuda, você deve consultar um profissional da psicologia. O psicologo infantil poderá determinar se as dificuldades apresentadas por ele necessitam ou não de uma intervenção. Em alguns casos, o problema pode ser superado apenas com uma orientação aos pais e professores. Ou com uma breve psicoterapia. Solicite ao pediatra ou à professora de seu filho a indicação de um psicologo infantil.

COMO É REALIZADA A PSICOTERAPIA INFANTIL?

Durante a psicoterapia, o psicólogo utiliza recursos lúdicos para compreender os sentimentos, angústias e fantasias que a criança expressa através das brincadeiras.Antes do início da psicoterapia, o psicólogo realiza entrevistas iniciais com os pais para reunir informações sobre a história da criança e da família.Após esse contato inicial, o psicólogo tem maiores condições de avaliar o número de sessões semanais (que varia de uma a quatro) necessárias com a criança bem como a trama familiar que pode estar envolvida nos sintomas expressos por ela. Iniciado o trabalho com a criança, as sessões ocorrem nos dias e horários estipulados, com duração de cinqüenta minutos cada. Além disso, ao longo da terapia infantil, são realizados encontros periódicos com os pais. QUAIS OS PRINCIPAIS MOTIVOS DA

PROCURA PELA TERAPIA PARA CRIANÇAS (PSICOLOGIA INFANTIL)?

São varios os motivos que levam os pais a buscarem atendimento psicológico para seus filhos. Dentre os sintomas e queixas mais comuns (expressas pelos pais) podemos listar: 1- Dificuldades de aprendizagem 2- Enurese ou ecoprese diurna ou noturna 3- Pesadelos, dificuldades para dormir 4- Distúrbios alimentares, dentre outros. 5- Agressividade em casa e na escola 6- Hiperatividade, atrasos no desenvolvimento motor (atrasos para falar, andar, etc.) QUAIS OS

BENEFÍCIOS DA PSICOLOGIA INFANTIL?

Por se sentir acolhida e compreendida no contexto terapêutico, a criança passa a comunicar através do lúdico suas dificuldades emocionais, apresentando melhora significativa em casa e na escola. Além disso, caso a criança permaneça no atendimento com o psicologo o tempo necessário, terá maiores chances de se tornar um adolescente e, posteriormente, um adulto mais consciente de si e de seus próprios sentimentos e emoções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">QUANDO         BUSCAR AJUDA DE UM PSICÓLOGO PRA MEU FILHO (PSICOLOGIA INFANTIL)?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos              adultos têm dúvidas sobre a necessidade de buscar     psicoterapia     para     seu   filho ( psicologia infantil ). Embora as     crianças     manifestem  em    geral   comportamentos que indicam    quando  algo não     está bem, a  grande    maioria   dos pais reluta em    procurar  ajuda.  Os    pais tendem a  pensar  que   a criança   esta    passando  apenas por  uma    fase, que sera  superada    sozinha. Ou  se     sentirem  culpados,   receosos   de que a  terapia possa     apontar   que eles têm    alguma     responsabilidade pelo  sofrimento  de seus      filhos. Realmente  não é       fácil julgar o momento   apropriado para   levar    uma criança  à      psicoterapia.  Muitos   adolescentes  iniciam  um    acompanhamento  com      psicologo por  vontade   própria.  E  algumas crianças    podem  pedir       ocasionalmente para ver   alguém.   No entanto, é a escola  que      costuma    ser a  primeira a  notar   mudanças de  comportamento e     solicitar   um      encaminhamento para   psicologio infantil. Os     primeiros  sinais de        problemas incluem a   hiperatividade, a    dificuldade  de   concentração,  a       agressividade, o  comportamento    inadequado, a    dificuldade em     brincar  com   outras  crianças e    ansiedade da  separação e   social.     Estes    comportamentos   podem   comprometer o  desempenho escolar  da      criança e sua    vida     familiar.  Certamente, nem todos os  conflitos  da     criança  merecem        acompanhamento da psicologia  infanti , mas se seu      filho  parece      precisar   de ajuda, você  deve consultar um    profissional   da      psicologia.  O   psicologo  infantil poderá    determinar se as       dificuldades   apresentadas    por ele necessitam  ou   não de uma       intervenção. Em alguns   casos, o    problema  pode ser   superado apenas       com uma orientação aos pais   e     professores. Ou com   uma breve       psicoterapia. Solicite ao   pediatra  ou à    professora de   seu  filho a      indicação de um   psicologo infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">COMO É         REALIZADA A PSICOTERAPIA INFANTIL?</p>
<p style="text-align: justify;">Durante              a psicoterapia, o psicólogo utiliza recursos lúdicos  para           compreender    os sentimentos, angústias e fantasias que a    criança         expressa através   das  brincadeiras.Antes do início da      psicoterapia, o       psicólogo realiza    entrevistas iniciais com   os    pais para reunir       informações sobre a    história da criança  e  da    família.Após esse       contato inicial, o psicólogo    tem   maiores    condições de avaliar o       número de sessões semanais (que     varia  de    uma a quatro) necessárias       com a criança bem como a   trama      familiar  que pode estar  envolvida  nos     sintomas   expressos por ela.      Iniciado o  trabalho  com a  criança, as       sessões ocorrem nos   dias  e   horários   estipulados, com  duração de       cinqüenta minutos   cada.  Além   disso,  ao longo  da  terapia   infantil,  são     realizados   encontros    periódicos com os pais.     QUAIS OS  PRINCIPAIS     MOTIVOS   DA</p>
<p style="text-align: justify;">PROCURA         PELA TERAPIA PARA CRIANÇAS (PSICOLOGIA INFANTIL)?</p>
<p style="text-align: justify;">São              varios os motivos que levam os pais a buscarem  atendimento        psicológico       para seus filhos. Dentre os sintomas e  queixas  mais       comuns   (expressas     pelos pais) podemos listar: 1-    Dificuldades   de      aprendizagem 2-  Enurese    ou ecoprese diurna ou    noturna 3-     Pesadelos,    dificuldades para  dormir  4-     Distúrbios  alimentares,     dentre  outros.   5- Agressividade em  casa   e  na    escola 6-     Hiperatividade,  atrasos no   desenvolvimento   motor   (atrasos  para       falar, andar, etc.)  QUAIS OS</p>
<p style="text-align: justify;">BENEFÍCIOS         DA PSICOLOGIA INFANTIL?</p>
<p style="text-align: justify;">Por se              sentir acolhida e compreendida no contexto  terapêutico, a      criança       passa  a  comunicar através do lúdico suas   dificuldades      emocionais,       apresentando  melhora significativa  em  casa e na      escola. Além  disso,      caso a criança  permaneça  no  atendimento  com  o    psicologo o  tempo      necessário, terá   maiores  chances de  se   tornar   um adolescente  e,       posteriormente, um adulto   mais    consciente de  si  e de seus   próprios      sentimentos e  emoções.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quando é a hora certa de falar de sexo com meu filho?</title>
		<link>http://www.psicobh.com.br/index.php/psicoterapia-infantil/quando-e-a-hora-certa-de-falar-de-sexo-com-meu-filho/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[É conveniente falar de sexo com seu filho desde o momento em ele comece a conhecer seu corpo. Mais cedo ou mais tarde seu filho começará a fazer perguntas sobre sexo. Alguns pais mais modernos acreditam que quando chegar o momento, a discussão sobre o tema será fácil, que tudo será uma questão de começar a falar. Tudo parece muito fácil, mas quando chegar a hora da conversa, seguramente na maioria dos casos, parecerá mais complicado, tratando-se de crianças.

Existe algum truque? Claro que sim. O truque é manter-se firme, jamais inventar ou mentir, não evadir-se da pergunta, e não responder mais do que seu filho perguntar. O ideal é falar-lhe de sexo em conta-gotas, ou seja, à medida que sua curiosidade segundo a idade que tenha.

É conveniente falar de sexo com seu filho desde o momento em que ele começar a conhecer seu corpo e a dar nomes. Para as crianças é muito importante que cada parte do seu corpo tenha um nome e não um apelido. Se fala sobre cabeça é cabeça, de mão é mão, de pênis é pênis, de nádega é nádega e assim por diante. Evite dar outros nomes para que a criança não se sinta confundida. Outra vantagem de falar com os filhos sobre sexo é aumentar a intimidade e a afetividade entre ambos, abrir caminhos para que se possa discutir em casa sobre tudo e dar a segurança ao seu filho para que sempre pense: “vou perguntar pro papai e pra mamãe porque eles sempre me respondem”.
As perguntas das crianças sobre sexo

As perguntas que as crianças mais fazem aos pais e algumas sugestões de respostas:
Por que sou diferente de minha irmãzinha?

A partir dos dois anos, e em alguns casos até antes, os meninos e as meninas notarão susa diferenças quando buscarem conhecer seus próprios corpos. Neste caso, o melhor é dizer-lhes que um menino é diferente da menina, e que ele não se preocupe porque todos os homens são diferentes das mulheres. Para um menino pequeno essa resposta é suficientes.
De onde eu nasci?

Esta é uma pergunta que podem fazer os meninos a partir dos quatro anos de idade. Os meninos sabem que as frutas vêm do mercado ou da feira, e os brinquedos das lojas, e por isso querem saber de onde vieram. Neste caso , limite-se a dizer que vieram dos seus pais.
Por que os meninos fazem xixi em pé e as meninas sentadas?

É o mesmo que perguntar o porque dos meninos trocam as fraldas pelas cuecas e as meninas pelas calcinhas. Não há muito o que explicar. Explique o conceito de diferença. Que os meninos e as meninas são diferentes fisicamente e que também se diferem na forma de se vestir. As meninas usam vestido, e os meninos usam mais calças, entre outras coisas.
Como saí de dentro da sua barriga?

Dependendo da idade que tenha a criança, a resposta deve ser dada de uma forma mais ou menos clara. Se o menino é muito pequeno, limite-se a dizer que ele saiu da barriga e nada mais. Mas se com isso a criança não se sente satisfeita e você notar que pode entender porque já é um pouco maior, diga-lhe que ela saiu de um dos três buraquinhos que tem as mulheres. Um é para sair a caquinha, o outro é para urinar, e o outro é para sair o bebê. Com isso, seguramente, a criança se sentirá satisfeita e não te perguntará nada mais.

Mais importante que responder ao seu filho quando surgirem as perguntas sobre a sexualidade, é a atitude que terá ao respondê-las. O tom da voz, a segurança das informações, o fato de estar tranquilo ou não, tudo isso é captado pela criança em forma de informação.

Outro conselho importante, é que no mundo de hoje, devido a mídia, coleguinhas de escola que não possuem os mesmos valores e princípios que o seu filho, o interesse pela sexualidade tem aparecido cada vez mais cedo, e isso confunde a cabecinha da criança, que tem recebido informações que ainda não conseguem compreender. É por isso que os pais devem ser os melhores amigos dos filhos, para que toda dúvida que tiverem, corram para os pais e terão a resposta mais acertada.

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Começamos a falar de sexo com nosso filho a partir do mento que ele comece a conhecer seu corpo. Mais cedo ou mais tarde seu filho começará a fazer perguntas sobre  sexo. Alguns pais mais modernos acreditam que quando chegar o momento, a  discussão sobre o tema será fácil, que tudo será uma questão de começar  a falar. Tudo parece muito fácil, mas quando chegar a hora da conversa,  seguramente na maioria dos casos, parecerá mais complicado, tratando-se  de crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe algum truque? Claro que sim. O truque é manter-se firme,  jamais inventar ou mentir, não evadir-se da pergunta, e não responder  mais do que seu filho perguntar. O ideal é falar-lhe de sexo em  conta-gotas, ou seja, à medida que sua curiosidade segundo a idade que  tenha.</p>
<p style="text-align: justify;">É conveniente falar de sexo com seu filho desde o momento  em que ele começar a conhecer seu corpo e a dar nomes. Para as crianças é  muito importante que cada parte do seu corpo tenha um nome e não um  apelido. Se fala sobre cabeça é cabeça, de mão é mão, de pênis é pênis,  de nádega é nádega e assim por diante. Evite dar outros nomes para que a  criança não se sinta confundida. Outra vantagem de falar com os filhos  sobre sexo é aumentar a intimidade e a afetividade entre ambos, abrir  caminhos para que se possa discutir em casa sobre tudo e dar a segurança  ao seu filho para que sempre pense: “vou perguntar pro papai e pra  mamãe porque eles sempre me respondem”.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As perguntas das crianças sobre sexo</h4>
<p style="text-align: justify;">As perguntas que as crianças mais fazem aos pais e algumas sugestões de respostas:</p>
<h4 style="text-align: justify;">Por que sou diferente de minha irmãzinha?</h4>
<p style="text-align: justify;">A  partir dos dois anos, e em alguns casos até antes, os meninos e as  meninas notarão susa diferenças quando buscarem conhecer seus próprios  corpos. Neste caso, o melhor é dizer-lhes que um menino é diferente da  menina, e que ele não se preocupe porque todos os homens são diferentes  das mulheres. Para um menino pequeno essa resposta é suficientes.</p>
<h4 style="text-align: justify;">De onde eu nasci?</h4>
<p style="text-align: justify;">Esta  é uma pergunta que podem fazer os meninos a partir dos quatro anos de  idade. Os meninos sabem que as frutas vêm do mercado ou da feira, e os  brinquedos das lojas, e por isso querem saber de onde vieram. Neste caso  , limite-se a dizer que vieram dos seus pais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Por que os meninos fazem xixi em pé e as meninas sentadas?</h4>
<p style="text-align: justify;">É  o mesmo que perguntar o porque dos meninos trocam as fraldas pelas  cuecas e as meninas pelas calcinhas. Não há muito o que explicar.  Explique o conceito de diferença. Que os meninos e as meninas são  diferentes fisicamente e que também se diferem na forma de se vestir. As  meninas usam vestido, e os meninos usam mais calças, entre outras  coisas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Como saí de dentro da sua barriga?</h4>
<p style="text-align: justify;">Dependendo da  idade que tenha a criança, a resposta deve ser dada de uma forma mais ou  menos clara. Se o menino é muito pequeno, limite-se a dizer que ele  saiu da barriga e nada mais. Mas se com isso a criança não se sente  satisfeita e você notar que pode entender porque já é um pouco maior,  diga-lhe que ela saiu de um dos três buraquinhos que tem as mulheres. Um  é para sair a caquinha, o outro é para urinar, e o outro é para sair o  bebê. Com isso, seguramente, a criança se sentirá satisfeita e não te  perguntará nada mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais importante que responder ao seu filho  quando surgirem as perguntas sobre a sexualidade, é a atitude que terá  ao respondê-las. O tom da voz, a segurança das informações, o fato de  estar tranquilo ou não, tudo isso é captado pela criança em forma de  informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro conselho importante, é que no mundo de hoje,  devido a mídia, coleguinhas de escola que não possuem os mesmos valores e  princípios que o seu filho, o interesse pela sexualidade tem aparecido  cada vez mais cedo, e isso confunde a cabecinha da criança, que tem  recebido informações que ainda não conseguem compreender. É por isso que  os pais devem ser os melhores amigos dos filhos, para que toda dúvida  que tiverem, corram para os pais e terão a resposta mais acertada.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Crianças: Educação Sexual</title>
		<link>http://www.psicobh.com.br/index.php/psicoterapia-infantil/criancas-educacao-sexual/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[É conveniente falar de sexo com seu filho desde o momento em ele comece a conhecer seu corpo. Mais cedo ou mais tarde seu filho começará a fazer perguntas sobre sexo. Alguns pais mais modernos acreditam que quando chegar o momento, a discussão sobre o tema será fácil, que tudo será uma questão de começar a falar. Tudo parece muito fácil, mas quando chegar a hora da conversa, seguramente na maioria dos casos, parecerá mais complicado, tratando-se de crianças.

Existe algum truque? Claro que sim. O truque é manter-se firme, jamais inventar ou mentir, não evadir-se da pergunta, e não responder mais do que seu filho perguntar. O ideal é falar-lhe de sexo em conta-gotas, ou seja, à medida que sua curiosidade segundo a idade que tenha.

É conveniente falar de sexo com seu filho desde o momento em que ele começar a conhecer seu corpo e a dar nomes. Para as crianças é muito importante que cada parte do seu corpo tenha um nome e não um apelido. Se fala sobre cabeça é cabeça, de mão é mão, de pênis é pênis, de nádega é nádega e assim por diante. Evite dar outros nomes para que a criança não se sinta confundida. Outra vantagem de falar com os filhos sobre sexo é aumentar a intimidade e a afetividade entre ambos, abrir caminhos para que se possa discutir em casa sobre tudo e dar a segurança ao seu filho para que sempre pense: “vou perguntar pro papai e pra mamãe porque eles sempre me respondem”.
As perguntas das crianças sobre sexo

As perguntas que as crianças mais fazem aos pais e algumas sugestões de respostas:
Por que sou diferente de minha irmãzinha?

A partir dos dois anos, e em alguns casos até antes, os meninos e as meninas notarão susa diferenças quando buscarem conhecer seus próprios corpos. Neste caso, o melhor é dizer-lhes que um menino é diferente da menina, e que ele não se preocupe porque todos os homens são diferentes das mulheres. Para um menino pequeno essa resposta é suficientes.
De onde eu nasci?

Esta é uma pergunta que podem fazer os meninos a partir dos quatro anos de idade. Os meninos sabem que as frutas vêm do mercado ou da feira, e os brinquedos das lojas, e por isso querem saber de onde vieram. Neste caso , limite-se a dizer que vieram dos seus pais.
Por que os meninos fazem xixi em pé e as meninas sentadas?

É o mesmo que perguntar o porque dos meninos trocam as fraldas pelas cuecas e as meninas pelas calcinhas. Não há muito o que explicar. Explique o conceito de diferença. Que os meninos e as meninas são diferentes fisicamente e que também se diferem na forma de se vestir. As meninas usam vestido, e os meninos usam mais calças, entre outras coisas.
Como saí de dentro da sua barriga?

Dependendo da idade que tenha a criança, a resposta deve ser dada de uma forma mais ou menos clara. Se o menino é muito pequeno, limite-se a dizer que ele saiu da barriga e nada mais. Mas se com isso a criança não se sente satisfeita e você notar que pode entender porque já é um pouco maior, diga-lhe que ela saiu de um dos três buraquinhos que tem as mulheres. Um é para sair a caquinha, o outro é para urinar, e o outro é para sair o bebê. Com isso, seguramente, a criança se sentirá satisfeita e não te perguntará nada mais.

Mais importante que responder ao seu filho quando surgirem as perguntas sobre a sexualidade, é a atitude que terá ao respondê-las. O tom da voz, a segurança das informações, o fato de estar tranquilo ou não, tudo isso é captado pela criança em forma de informação.

Outro conselho importante, é que no mundo de hoje, devido a mídia, coleguinhas de escola que não possuem os mesmos valores e princípios que o seu filho, o interesse pela sexualidade tem aparecido cada vez mais cedo, e isso confunde a cabecinha da criança, que tem recebido informações que ainda não conseguem compreender. É por isso que os pais devem ser os melhores amigos dos filhos, para que toda dúvida que tiverem, corram para os pais e terão a resposta mais acertada.

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A criança é um ser sexuado, em relação consigo mesma e com os demais.A presença de manifestações e desejos sexuais em crianças, desde a  pequena infância, foi uma das mais importantes polêmicas levantadas por  Sigmund Freud, o pai da psicnálise, há quase um século. Imaginem o  escândalo dessa tese para a sociedade da época! A partir dali os estudos  sobre o tema não pararam, e hoje em dia, a educação sexual ocupa  espaços em muitas escolas e em muitas famílias.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A identidade sexual da criança</h4>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da  sexualidade humana começa com o contato físico, quando os bebês são  seguros e acariciados. Isso é necessário e natural que ocorra. Não se  deve privar o bebê de contatos corporais. É necessário conhecer a  criança como um ser sexuado, em relação consigo mesma e com as outras,  para que se construa uma identidade sexual própria e positiva, sem  maldades. A sexualidade infantil é uma das portas pela qual a criança  desenvolve sua personalidade e suas relações com a afetividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse  assunto é polêmico, mas necessário ser tocado, porque vemos, no mundo  de hoje o aparecimento assustador de pedófilos por toda rede e queremos  deixar bem claro que a sexualidade na primeira infância trata-se de  descobertas da criança, um ser puro e inocente. Não tem nada a ver com  sexo erotizado.</p>
<p style="text-align: justify;">A sexualidade é uma coisa natural nos seres  humanos, uma função como tantas outras, como comer, caminhar, ler,  estudar, etc. E como tal, deve ser um tema a ser tratado com  naturalidade, carinho, honestidade, e tendo seu próprio espaço dentro do  processo educacional da criança.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Educação sexual e os pais</h4>
<p style="text-align: justify;">Os  caminhos que levam ao conhecimento do próprio corpo, de suas sensações,  etc., nem sempre são os mais adequados para as crianças. Hoje em dia,  as interferências neste processo de aprendizagem, fazem com que a  criança esteja, cada vez mais cedo, exposta a manifestações severas, e  em muitos casos imcompreensíveis, da sexualidade. O culto à beleza, ao  físico e à sedução, nos meios de comunicação, não distinguem a idade do  seu público.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um abuso das manifestações sexuais, na qual as  crianças estão indiscriminadamente expostas. Os conteúdos sexuais podem  acelerar as manifestações das crianças no tema da sexualidade,  considerando que elas aprendem o que vêem fazendo a seus pais, da  televisão, outdoors, de baladas e roupas eróticas que estão na moda,  etc. As más influências dão noções equivocadas e prejudiciais à criança.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira geral, a única que pode evitar essas más influências é  a família. São os adultos, os pais, que devem exercer o papel de filtro  das informações. É necessário criar e manter um canal aberto de  comuicação com os filhos, espaços de discussão e de intervenção sobre o  que é correto e o que não é, isso relacionado a todos os assuntos, mas  em especial à sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">É conveniente vigiar de muito perto o  meio e as atividades da criança, para orientá-la quando for necessário.  Na medida do possível, não se deve perder nenhuma oportunidade para  iniciar uma conversa sobre suas dúvidas, interesses, etc. Melhor  aprenderem em casa, de uma maneira natural e segura, do que aprender na  rua, através de colegas ou pessoas maiores, com intenções deturpadas  também. A sexualidade deve ser assunto nas escolas, de acordo com cada  idade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crianças que sente medo de ir à escola</title>
		<link>http://www.psicobh.com.br/index.php/psicoterapia-infantil/criancas-que-sente-medo-de-ir-a-escola/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 14:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Com calma e muita tranquilidade. Em geral, dirigir-se à escola, é um evento agradável para as crianças pequenas. Infelizmente, para outros isso representa medo ou pânico. Os pais têm motivos suficientes de preocupação quando a criança adoece devido a tensão. Têm crianças que fingem estar doentes ou exageram os sintomas físicos para ficarem em casa e não ir à escola. Com frequência, a criança entre cinco e dez anos de idade que se comporta desta maneira, está sofrendo de um temor paralisante por ter que deixar a segurança da família e da casa. É muito difícil para os pais fazer frente a este pânico infantil, mas esses temores podem tratar-se com êxito, com ou sem ajuda profissional. Tudo dependerá do grau de temor que a criança tenha. Se os pais notam que pode ser algo passageiro, é questão de insistir em levá-lo que tudo passará.

Este medo irracional pode aparecer pela primeira vez em crianças que vão a escolas para para crianças de idade pré-escolar, sendo mais frequente nas crianças que cursam o segundo ano. A criança, em geral, queixa-se de dores de cabeça, de garganta ou do estômago, justo na hora de sair para a escola. A “enfermidade” melhora quando se permite que fique em casa, mas reaparece na manhã seguinte antes de ir à escola. Em alguns casos, a criança se nega por completo em sair de casa. O negar-se a ir a escola aparece geralmente depois de um período em que a criança tenha estado em casa em companhia da mãe, por exemplo, depois das férias, dos dias de festa, ou depois de uma breve enfermidade.
Crianças inseguras na escola

As crianças que têm um medo irracional da escola podem sentir-se inseguras se ficam sozinhas em uma casa, e podem demonstrar um comportamento de apego aos seus pais, e inclusive se convertam na sombra de seus pais na casa. Estes medos são comuns em crianças com a chamada “desordem de ansiedade”. As crianças têm dificuldade para dormir, um medo exagerado e um temor irreal aos animais, monstros, ladrões ou do escuro.

Os efeitos potenciais a longo prazo podem ser muito sérios para uma criança com medos persistentes se não receberem atenção profissional. A criança pode desenvolver sérios problemas escolares e sociais se deixa de ir à escola e de ver seus amigos por muito tempo. Antes que isso ocorra, os pais podem ajudar seu filho levando-o a um psiquiatra de crianças e adolescentes, que trabalhará com ele no esforço de fazer regressar a criança de imedidato à escola e outras atividades diárias. Como o pânico surge ao deixar a casa, e não por estar na escola, a criança em geral estará tranquila uma vez que esteja na escola.
Ajuda profissional

Para algumas crianças, requer-se um tratamento extensivo para determinar as causas do medo. As crianças maiores ou os adolescentes que se negam a ir à escola, sofrem em geral de uma enfermidade mais grave e com frequência requerem um tratamento ainda mais intenso.

Em qualquer caso, o medo irracional de deixar a casa e os pais, podem ser tratados com êxito, e os pais não devem ignorar nem descartar a ajuda profissional. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pais, tenha calma e tranquilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Em geral,  dirigir-se à escola, é um evento agradável para as crianças pequenas.  Infelizmente, para outros isso representa medo ou pânico. Os pais têm  motivos suficientes de preocupação quando a criança adoece devido a  tensão. Têm crianças que fingem estar doentes ou exageram os sintomas  físicos para ficarem em casa e não ir à escola. Com frequência, a  criança entre três e dez anos de idade que se comporta desta maneira,  está sofrendo de um temor paralisante por ter que deixar a segurança da  família e da casa. É muito difícil para os pais fazer frente a este  pânico infantil, mas esses temores podem tratar-se com êxito, com ou sem  ajuda profissional. Tudo dependerá do grau de temor que a criança  tenha. Se os pais notam que pode ser algo passageiro, é questão de  insistir em levá-lo que tudo passará.</p>
<p style="text-align: justify;">Este medo irracional pode aparecer pela primeira vez em crianças que  vão a escolas para para crianças de idade pré-escolar, sendo mais  frequente nas crianças que cursam o segundo ano. A criança, em geral,  queixa-se de dores de cabeça, de garganta ou do estômago, justo na hora  de sair para a escola. A “enfermidade” melhora quando se permite que  fique em casa, mas reaparece na manhã seguinte antes de ir à escola. Em  alguns casos, a criança se nega por completo em sair de casa. O negar-se  a ir a escola aparece geralmente depois de um período em que a criança  tenha estado em casa em companhia da mãe, por exemplo, depois das  férias, dos dias de festa, ou depois de uma breve enfermidade.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Crianças inseguras na escola</h4>
<p style="text-align: justify;">As  crianças que têm um medo irracional da escola podem sentir-se inseguras  se ficam sozinhas em uma casa, e podem demonstrar um comportamento de  apego aos seus pais, e inclusive se convertam na sombra de seus pais na  casa. Estes medos são comuns em crianças com a chamada “desordem de  ansiedade”. As crianças têm dificuldade para dormir, um medo exagerado e  um temor irreal aos animais, monstros, ladrões ou do escuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os  efeitos potenciais a longo prazo podem ser muito sérios para uma criança  com medos persistentes se não receberem atenção profissional. A criança  pode desenvolver sérios problemas escolares e sociais se deixa de ir à  escola e de ver seus amigos por muito tempo. Antes que isso ocorra, os  pais podem ajudar seu filho levando-o a um psicologo de crianças e  adolescentes, que trabalhará com ele no esforço de fazer regressar a  criança de imedidato à escola e outras atividades diárias. Como o pânico  surge ao deixar a casa, e não por estar na escola, a criança em geral  estará tranquila uma vez que esteja na escola.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ajuda profissional</h4>
<p style="text-align: justify;">Para  algumas crianças, requer-se um tratamento extensivo para determinar as  causas do medo. As crianças maiores ou os adolescentes que se negam a ir  à escola, sofrem em geral de uma enfermidade mais grave e com  frequência requerem um tratamento ainda mais intenso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer  caso, o medo irracional de deixar a casa e os pais, podem ser tratados  com êxito, e os pais não devem ignorar nem descartar a ajuda  profissional.</p>
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		<title>Honestidade e Satisfação entre casais</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 12:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia de casais]]></category>

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		<description><![CDATA[Refiro-me     aqui muitas vezes à importância da assertividade para a qualidade  das    relações conjugais porque sei, por experiência, que quanto maior  for a    capacidade dos membros do casal para exporem de forma clara e  honesta    aquilo que pensam e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Refiro-me     aqui muitas vezes à importância da assertividade para a qualidade  das    relações conjugais porque sei, por experiência, que quanto maior  for a    capacidade dos membros do casal para exporem de forma clara e  honesta    aquilo que pensam e sentem, maior é a probabilidade de serem  felizes  no   casamento. Porquê? Porque, ao fazê-lo, estão a revelar-se e  a dar    oportunidade ao cônjuge para compreender, aceitar, validar as  suas    opiniões e emoções, mesmo que discordem de algumas escolhas, mas  também    porque essa é a única via para que as suas necessidades  possam ser    preenchidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas     para que sejamos honestos com a pessoa que amamos é preciso que sejamos     honestos connosco. Esta parece uma tarefa fácil, mas não é. Nem todas    as  pessoas são capazes de olhar para si mesmas de forma clara e    objectiva;  nem todas são capazes de, de uma forma consistente,    identificar as suas  reais necessidades e de agir em conformidade com    aquilo em que  acreditam. Enganar-se-ão a si mesmas, dando início ao    comprometimento do  seu bem-estar e ao declínio da qualidade do seu    casamento.</p>
<p style="text-align: justify;">As     pessoas que são mais honestas consigo mesmas são mais felizes no     casamento porque são mais capazes de agir de modo a construir uma     relação emocionalmente íntima, sentindo-se assim mais realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Termos     consciência de quem somos, daquilo de que precisamos, inclusive   daquilo   que o outro pode fazer para que nos sintamos valorizados,   implica que   nos revelemos mais facilmente ao nosso cônjuge, sem   segredos, evitando a   comunicação destrutiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Sermos     francos connosco não quer dizer que aceitemos todos os nossos  defeitos  e   muito menos que os imponhamos ao nosso cônjuge. A  percepção das  nossas   limitações é importante para que saibamos o que é  preciso mudar  para  que  a relação conjugal seja mais satisfatória.</p>
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		<title>Crise Existencial</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 12:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[No meio       do caminho tem uma crise. Ela costuma bater entre os 40 e 50 anos,       quando a mulher de repente se dá conta de que metade da vida já    passou. É    nesse momento, junto com as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No meio       do caminho tem uma crise. Ela costuma bater entre os 40 e 50 anos,       quando a mulher de repente se dá conta de que metade da vida já    passou. É    nesse momento, junto com as alterações hormonais e a    percepção dos    primeiros sinais de envelhecimento, que ela parte para    rever e avaliar    as suas realizações.</p>
<p style="text-align: justify;">E não       há balanço existencial sem certa dose de angústia. O primeiro  sintoma      dessa transição parece um tanto impreciso. A mulher começa a  sentir   que    alguma coisa se perdeu, mas não sabe muito bem onde nem  como.  Há   mesmo   uma crise no meio do caminho em maior ou menor  grau. E, de    acordo com  os  psicólogos e estudiosos do comportamento  humano, todas    as mulheres   dessa faixa irão vivenciá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">É     normal -e humano- entrar em crise. A sabedoria está em sair dela     fortalecida.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É       muito mais saudável reconhecer a crise do que bancar o avestruz e  fingir      que ela não existe&#8221;, assegura a psicóloga Eliane Marraccini,  que    acaba   de lançar &#8220;Encontro de Mulheres &#8211; Uma Experiência  Criativa no    Meio da   Vida&#8221; (Editora Casa do Psicólogo). O livro,  baseado em    depoimentos de   mulheres entre 40 e 55 anos, é parte da  sua tese de    mestrado em   psicologia clínica defendida na PUC, em São  Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Só fica     o que interessa</p>
<p style="text-align: justify;">Amadurecer       é rever tudo ou quase tudo. Pegar o amontoado de roupas guardadas   no     armário, separar o que quer, adquirir novas peças e, aos poucos,   ir  se    livrando das inutilidades acumuladas. A bagagem pode muito  bem   conter  só   o que interessa, o que realmente dá prazer.</p>
<p style="text-align: justify;">O       empenho não está mais em &#8220;construir&#8221;, mas em &#8220;reconstruir&#8221; e na sucessão       de atitudes vinculadas à idéia da &#8220;reconstrução&#8221;: revisão de    valores,    retomada de antigos projetos, reformulação de hábitos,    reinvenção de    comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O       alfabeto do amadurecimento bem que poderia começar pela letra &#8220;erre&#8221;.       Rever tudo: quem acorda tarde pode começar a curtir mais a manhã;  quem  é     sedentária, movimentar o enferrujado esqueleto; quem estiver       insatisfeito com o relacionamento, usar de todos os meios  disponíveis      para melhorá-lo e, se ainda sim não for possível, dar  adeus. Batalhar      novas oportunidades com ações, e não só com o  batalhão de neurônios.   Ou    &#8220;reciclar&#8221; (de novo, o &#8220;erre&#8221; no comando)  antigas experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas       todo o trabalho de reformulação exige um mínimo de capacidade       organizacional. As prioridades precisam ser bem organizadas -tarefa não       muito fácil se a pessoa estiver com o emocional abalado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A       mulher que está atravessando essa crise tem a tendência de ficar       sonhando e vivendo muito no condicional. Ela até faz planos, mas       demonstra dificuldade para organizar prioridades para que as coisas       mudem de fato&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas       vezes, a terapia acaba dando o empurrão que faltava para ela se    mexer.  O   objetivo é acordá-la para o tempo presente e, sem desprezar a       importância do passado e do futuro, mandá-los &#8220;passear&#8221; um pouco    para    que ela ponha em prática as suas aspirações.</p>
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		<title>A Depressão no Casamento</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 12:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia de casais]]></category>

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		<description><![CDATA[É     sabido que os transtornos depressivos condicionam a nossa capacidade     para usufruir daquilo que vamos construindo. O pessimismo, o     desinteresse generalizado e a desesperança são elementos quase sempre     presentes nos casos de depressão e podem estender-se à relação  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É     sabido que os transtornos depressivos condicionam a nossa capacidade     para usufruir daquilo que vamos construindo. O pessimismo, o     desinteresse generalizado e a desesperança são elementos quase sempre     presentes nos casos de depressão e podem estender-se à relação  conjugal.    Especificamente, o facto de uma pessoa estar deprimida pode    condicionar  a sua percepção sobre a qualidade da relação.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheço     bem esta consequência da doença e sei que é tão difícil para o  doente    como para o cônjuge lidar com (mais) este problema. “Será que  gosto    dele(a)?”, “Estarei deprimido(a) porque deixei de o(a) amar?”  são    interrogações angustiantes que povoam a mente de muitos dos  pacientes    com quem tenho trabalhado. Mas a depressão também os pode  conduzir a    dúvidas como “O que será que o meu cônjuge quer desta  relação?” ou “Será    que esta relação tem futuro?”.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto     mais severos são os sintomas de depressão, maior é, normalmente, a     ansiedade associada a estas questões e, claro, maior é a angústia e os     sentimentos de culpa. A pessoa sente-se muito insegura e insatisfeita   em   relação ao seu casamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Abordar,     em sede de terapia de casal, as questões relacionadas com a  segurança    emocional é normalmente um passo significativo na ajuda ao  tratamento   da  depressão.</p>
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