Timidez:

Por em 12 maio, 2013 em Psicologia | 0 comentários

O QUE É TIMIDEZ? Chamamos de timidez ao desconforto diante de situações sociais, que pode, algumas vezes, atrapalhar o indivíduo na conquista de seus objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais. Na prática, todos somos afetados pela timidez em alguns momentos de nossas vidas, uma vez que ela funciona como um “regulador social” para evitar os excessos que transformariam nossa sociedade em um verdadeiro caos. A TIMIDEZ PODE SER SITUACIONAL OU CRÔNICA:  Timidez situacional: a inibição se manifesta em ocasiões específicas, e portanto o prejuízo é localizado. Por exemplo, a pessoa não experimenta dificuldades no amor, mas morre de medo de falar em público. A timidez situacional é a mais fácil de ser vencida, pois neste caso o indivíduo já possui mais habilidades sociais do que o tímido crônico, e grande parte do tratamento consistirá no aprimoramento das habilidades já...

Compulsão Alimentar

Por em 18 out, 2010 em Compulsão | 0 comentários

A compulsão alimentar é uma doença caracterizada pela perda de controle sobre a quantidade de alimentos consumidos que posteriormente provocam sensações e sentimentos de culpa e arrependimento. Tal doença apresenta ligações fortes com as emoções, pois normalmente as pessoas que apresentam tal problema sentem-se sozinhas e deprimidas e buscam refúgio na comida, o que depois de praticar o ato provoca grande tristeza. Um indivíduo que apresenta sinais da compulsão alimentar deve ser estudado, principalmente quanto ao período em que faz as refeições, pois o compulsivo come grande quantidade de comida num curto período de tempo, o que recebe o nome de episódio de compulsão alimentar. Para detectar alguns sinais da doença perceba: a quantidade de comida ingerida e a forma com que é ingerida (rapidez em comer), a situação apresentada após ingerir o alimento (comer até passar mal), comer por...

Crise Existencial

Por em 18 out, 2010 em Psicologia | 0 comentários

No meio do caminho tem uma crise. Ela costuma bater entre os 40 e 50 anos, quando a mulher de repente se dá conta de que metade da vida já passou. É nesse momento, junto com as alterações hormonais e a percepção dos primeiros sinais de envelhecimento, que ela parte para rever e avaliar as suas realizações. E não há balanço existencial sem certa dose de angústia. O primeiro sintoma dessa transição parece um tanto impreciso. A mulher começa a sentir que alguma coisa se perdeu, mas não sabe muito bem onde nem como. Há mesmo uma crise no meio do caminho em maior ou menor grau. E, de acordo com os psicólogos e estudiosos do comportamento humano, todas as mulheres dessa faixa irão vivenciá-la. É normal e humano entrar em crise. A sabedoria está em sair dela fortalecida. Amadurecer é rever tudo ou quase tudo. Pegar o amontoado de roupas guardadas no armário, separar o que quer, adquirir novas...

Baixa autoestima?

Por em 16 ago, 2010 em Transtornos | 0 comentários

O complexo de inferioridade consiste em um conjunto de idéias que foram recalcadas no inconsciente da criatura em tenra idade, associadas às já existentes pelas experiências obtidas em vidas pretéritas. Ele age sobre a conduta humana, provocando sentimentos gratuitos de culpa, excessiva carga emotiva relacionada a pensamentos de baixa estima, freqüente sensação de inadequação e constante frustração em decorrência da desvalorização da capacidade e habilidade pessoal. O sentimento de autopiedade pode nos tornar doentes fisicamente. Uma espécie de “invalidez psíquica” envolve-nos a existência e, a partir daí, sentimo-nos inferiores e incapazes, levados a uma perda total da confiança em nós mesmos. A piedade aqui referenciada, é o sofrimento moral de pesar ou aflição que sentimos por autopunição. Ter pena ou dó, em muitas circunstâncias, pode não ser um sentimento verdadeiro, mas sim uma...

Depressão

Por em 16 ago, 2010 em Depressão | 0 comentários

Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem “para baixo” de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste. Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão psiquiátrica e a...